22/11/08

Em memória

Ao tempo de paz
`A liberdade de circulação
`A confiança
Ao amor.
Porque o ser humano está adoecendo
Se aprisionando,
Morrendo aos poucos.
Ai dos homens maldosos
Como ai dos cúmplices calados.
Até crianças expostas ao medo.
Que mundo está sendo criado para eles?
Quem detém o poder?
Não se pode negar a submissão.
Contido entre os pobres e podres sentimentos
O amor está dissipando aos poucos.
O medo, a fome, a dor, a maldade, a morte, a corrupção
Estão tomando conta.
Melhor seria não serem fatos comuns
Mas o próprio homem constrói.
Ainda não é o Fim
Mas pode estar próximo
Há quem acredite, há quem cegue, há quem negue
E você onde estará?
Afinal, 
Qual a sua justificativa para tais dias?

(Dora Flore)

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